Eis que nos surge, em formato de insígnia cósmica, um artefato digno de figurar na bandeira de uma civilização intergaláctica que só consome café de grão biológico e escuta post-punk soviético. Apresenta-se O Astronauta – na sua quarta e, arrisco dizer, mais existencial versão.
No centro deste círculo imponente, encontramos uma figura que é a quintessência do "viver livre ou morrer". Abaixo da caveira, mas intrinsecamente ligada a ela, está o colarinho e os ombros robustos de um fato de astronauta. É a fusão perfeita entre a mortalidade e a ambição humana de transcender os limites, até mesmo os da vida...
Esta peça é para o sonhador cínico, para aquele que entende que a vida é curta, mas a busca pela liberdade deve ser eterna. É uma ode à aventura final, à derradeira viagem, e ao espírito que se recusa a ser confinado por convenções ... mesmo que sejam biológicas. É um aviso visual de que, por vezes, a maior liberdade encontra-se para lá dos limites da vida (e que a estética, sim, a estética pode e deve persistir... 😅)
"O espaço é vasto, mas a alma humana é ainda maior, mesmo que seja apenas um esqueleto a navegar por ela." - Anónimo.