A rapariga do Guarda-Chuva - Autocolante em Vinil
A rapariga do Guarda-Chuva - Autocolante em Vinil
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€9,00
A rapariga do Guarda-Chuva - Autocolante em Vinil
Descrição do Produto
Num primeiro olhar, a imagem é de uma simplicidade desconcertante: uma jovem rapariga, de pé, segura um guarda-chuva. Contudo, uma observação mais atenta revela a cruel ironia que define a peça. O guarda-chuva, o universal símbolo de proteção contra a tempestade, é aqui a própria fonte do aguaceiro. A tinta escorre das suas bordas, manchando o seu abrigo e a sua roupa, numa metáfora visual poderosa... e mordaz!
Esta não é uma chuva que vem do céu; é uma tormenta que emana do próprio refúgio. A imagem funciona como uma crítica contundente aos sistemas e às estruturas que nos são apresentados como protetores. Instituições, ideologias ou mesmo as normas sociais que prometem segurança e ordem podem, na realidade, ser a origem da nossa opressão, da nossa ansiedade, do nosso conformismo. A rapariga, com o seu olhar direto e melancólico, não parece surpreendida, apenas resignada ao absurdo da sua situação. Ela representa a inocência confrontada com um mundo onde as soluções são, muitas vezes, o próprio problema.
Este autocolante decorativo em vinil transforma uma parede num espaço de comentário social. É uma peça que não oferece conforto, mas sim desconforto e reflexão. Desafia o espectador a questionar as suas próprias fontes de "abrigo". O que é que nos protege? E a que custo? Será que as nossas defesas nos estão, na verdade, a afogar lentamente? É uma imagem que fala da desilusão silenciosa de uma geração que herda guarda-chuvas que não só não protegem da chuva, como chovem eles próprios...
"A desobediência, aos olhos de qualquer estudioso da história, é a virtude original do homem." — Oscar Wilde
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Num primeiro olhar, a imagem é de uma simplicidade desconcertante: uma jovem rapariga, de pé, segura um guarda-chuva. Contudo, uma observação mais atenta revela a cruel ironia que define a peça. O guarda-chuva, o universal símbolo de proteção contra a tempestade, é aqui a própria fonte do aguaceiro. A tinta escorre das suas bordas, manchando o seu abrigo e a sua roupa, numa metáfora visual poderosa... e mordaz!
Esta não é uma chuva que vem do céu; é uma tormenta que emana do próprio refúgio. A imagem funciona como uma crítica contundente aos sistemas e às estruturas que nos são apresentados como protetores. Instituições, ideologias ou mesmo as normas sociais que prometem segurança e ordem podem, na realidade, ser a origem da nossa opressão, da nossa ansiedade, do nosso conformismo. A rapariga, com o seu olhar direto e melancólico, não parece surpreendida, apenas resignada ao absurdo da sua situação. Ela representa a inocência confrontada com um mundo onde as soluções são, muitas vezes, o próprio problema.
Este autocolante decorativo em vinil transforma uma parede num espaço de comentário social. É uma peça que não oferece conforto, mas sim desconforto e reflexão. Desafia o espectador a questionar as suas próprias fontes de "abrigo". O que é que nos protege? E a que custo? Será que as nossas defesas nos estão, na verdade, a afogar lentamente? É uma imagem que fala da desilusão silenciosa de uma geração que herda guarda-chuvas que não só não protegem da chuva, como chovem eles próprios...
"A desobediência, aos olhos de qualquer estudioso da história, é a virtude original do homem." — Oscar Wilde
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